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 Números da Violência Doméstica em Portugal

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xela
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MensagemAssunto: Números da Violência Doméstica em Portugal   Dom 7 Mar 2010 - 9:25

Estatísticas simplesmente assustadoras:

http://www.apav.pt/portal/pdf/estatisticas_apav_2009sumula.pdf

A todas/os quanto sofrem com este tipo de violência... seja ela física ou psicológica... NÃO DEIXEM... IMPONHAM-SE... LUTEM... procurem a APAV, sem medos!
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xela
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MensagemAssunto: Re: Números da Violência Doméstica em Portugal   Ter 6 Abr 2010 - 21:52

Só este ano já morreram 16 crianças vítimas de violência doméstica em Portugal... ontem... mais uma tragédia:

http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/bebe-crianca-espancado-detido-pj-tvi24/1152698-4071.html

E agora eu pergunto... que mãe é esta que vê um bebé ser espancado pelo animal que lhe deu o ser e não foge, não denuncia, não faz nada de nada? Fico parva com estas coisas...

http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?contentid=2535BD77-6BB1-41D1-9C85-5C8ED0BFA056&channelid=00000181-0000-0000-0000-000000000181&h=11

Só tenho pena que a justiça em Portugal falhe muito e seja muito branda, porque para este eu encontrava o castigo perfeito.
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microchip
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MensagemAssunto: Re: Números da Violência Doméstica em Portugal   Qua 14 Abr 2010 - 12:04

Dados de 2009
Violência doméstica já é o quarto crime mais participado



14.04.2010 - 21:21 Por José Augusto Moreira









É o segundo dos crimes mais registados contra as
pessoas, o quarto no total das participações criminais e fez 40 vítimas
mortais durante o ano de 2008.




http://publico.pt/1432317
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tounessa
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MensagemAssunto: Re: Números da Violência Doméstica em Portugal   Seg 26 Abr 2010 - 9:51

Os juízes já suspenderam o processo a 18 arguidos por maltratarem as companheiras. Isto porque se comprometeram a frequentar o Programa para Agressores de Violência Doméstica (PAVD), da responsabilidade da Direcção-Geral de Reinserção Social. Mais 43 estão em fase de diagnóstico e há uma lista de espera de 95, o que significa que 156 querem aulas para mudarem o comportamento. Isto através do tratamento de reconversão comportamental em 18 meses.

É este o primeiro balanço do Programa para Agressores de Violência Doméstica e que está a ser aplicado a título experimental no Grande Porto desde Setembro. Em seis meses, os juízes pediram a "suspensão provisória do processo ou a suspensão da execução de pena de prisão" de 156 arguidos, o que é classificado como "um sucesso" (ver caixa). No entanto, os responsáveis do programa remetem uma avaliação final para Dezembro de 2011, o fim do PAVD a título experimental.

O objectivo da nova medida é promover "nos arguidos a consciência e assumpção da responsabilidade do comportamento violento e a aprendizagem de estratégias alternativas àquele comportamento", explicam os técnicos da Direcção-Geral de Reinserção Social (DGRS).

Foram formados 40 técnicos de reinserção social para a aplicação do PAVD. São estes que fazem o diagnóstico de cada caso após proposta do juiz e, nesta primeira fase, avaliam os riscos de incidência com instrumentos técnicos, como o guião de entrevista semiestruturada. É nesta etapa que estão 43 arguidos, depois de terem sido dados pareceres positivos a 18.

O Departamento de Investigação e Acção Penal do Porto já recorreu por duas vezes ao novo programa. Os critérios para a suspensão de um processo jurídico estão previstos no Código de Processo Penal e esta tanto pode ocorrer durante o processo como na sentença. "Estamos na fase do projecto-piloto e ainda é cedo para fazer uma avaliação. Suspendemos provisoriamente o inquérito a arguidos que se comprometeram a frequentar acções de sensibilização", disse ao DN a procuradora adjunta do DIAP Maria João Taborda, que acompanha processos de crimes por violência doméstica. O caso dar-se-á por concluído se o arguido cumprir o programa, caso contrário, segue para julgamento.

Os casos aceites pela DGRS são encaminhados para uma rede de suporte comunitário que integra instituições públicas e privadas de diferentes áreas, nomeadamente saúde, saúde mental e Segurança Social. É feita uma intervenção psico-educacional, a que se segue o "controlo de comportamento dos arguidos", medida que pretende contribuir para a diminuição dos riscos de incidência.

Segundo um responsável da DGRS, são cada vez mais os casos de violência doméstica que chegam aos tribunais. Dados do relatório de Segurança Interna mostra que em 2009 se registaram 30 543 queixas na PSP e GNR, mais 10% que em 2008. O Porto é o segundo distrito com mais queixas, 6562, logo a seguir a Lisboa (7522).

( http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1553199 )
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MensagemAssunto: Re: Números da Violência Doméstica em Portugal   Seg 17 Maio 2010 - 9:54

“ … A Associação Portuguesa de Mulheres Juristas está neste momento a desenvolver o Projecto “Rebeca”, co-financiado pela União Europeia e pelo Estado Português no âmbito da medida 7.3 do QREN/ POPH.

Este Projecto tem por objectivo a análise da tramitação processual, a recolha Jurisprudência e a promoção as Boas Práticas Judiciais na área temática da Violência na Família, tema particularmente relevante após a a entrada em vigor da nova Lei sobre a Violência Doméstica. … /... “

( http://www.apmj.pt/blog/wp-content/uploads/Ler-mais.doc )
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MensagemAssunto: Re: Números da Violência Doméstica em Portugal   Sex 21 Maio 2010 - 10:43

Outras faces da violência, doméstica ou não:
muitos de nós se queixam da indiferença dos juízes a certas particularidades do nosso divórcio ou da regulação do nosso poder paternal, apesar de sistematicamente expostas. É como se não tivessem importância, se não fossem relevantes.
Mas nem sempre é assim. Por vezes, os pormenores fazem a diferença na análise e consequente decisão.


“ …Não se mostrando provado que o arguido procedeu à introdução – ainda que incompleta – do seu pénis na vagina da menor, afastada se mostra a possibilidade de a sua conduta poder ser enquadrada como um crime de violação, já que um dos elementos típicos deste ilícito é, precisamente, a ocorrência de cópula, sendo certo que a sua verificação pressupõe, precisamente, tal mencionada penetração …
…/…
a) Onde se lê Uma vez lograda a presença da menor na garagem, o arguido fechou a porta desta, despiu a menor e deitou-a nos bancos (que baixou para o efeito) de uma viatura automóvel que aí se encontrava (um Fiat Panda branco, de matrícula 22-89-...), introduzindo-lhe em seguida o pénis erecto na vagina, efectuando movimentos típicos de cópula, de vai e vem, desflorando-a sexualmente passará a constar Uma vez lograda a presença da menor na garagem, o arguido fechou a porta desta, despiu a menor e deitou-a nos bancos (que baixou para o efeito) de uma viatura automóvel que aí se encontrava (um Fiat Panda branco, de matrícula 22-89-...), friccionando, em seguida, o pénis erecto na vulva, efectuando movimentos típicos de cópula, de vai e vem, até ejacular.

( http://www.dgsi.pt/jtrg.nsf/c3fb530030ea1c61802568d9005cd5bb/88e1747b04c64d988025772800557603?OpenDocument )
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MensagemAssunto: Re: Números da Violência Doméstica em Portugal   Sex 21 Maio 2010 - 12:01

Sem comentários... Viva a justiça...
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MensagemAssunto: Re: Números da Violência Doméstica em Portugal   Dom 23 Maio 2010 - 10:25

«Violência na Família» em colóquio promovido pela «Associação de Mulheres Juristas»

Porto, Ateneu, 27.05.2010. 17.30 horas …

( http://www.ateneucomercialporto.pt/ )
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MensagemAssunto: Re: Números da Violência Doméstica em Portugal   Qua 26 Maio 2010 - 10:23

Quanto mais me bates, mais gosto de ti.

" ...Há muitas mulheres que continuam a achar "normal apanharem dos maridos", como se encara como normal crianças apanharem dos pais, afirma Teresa Magalhães, responsável da Delegação Norte do Instituto Nacional de Medicina Legal.

"É incrível dizer isto, mas pode parecer quase inacreditável aos ouvidos de alguns, mas é um facto que no nosso País, no século XXI, existem mulheres jovens, até aqui na zona litoral, nas grande cidades, que estão convencidas de que é normal e que têm de se submeter a esse tipo de comportamento", declarou à agência Lusa.

Para esta professora na Universidade do Porto, "foi assim que viram os pais fazerem às mães, os vizinhos a fazer às vizinhas, e acham que é assim que se tratam as mulheres", que "é assim a vida", a "cruz do casamento".
Teresa Magalhães falava à Lusa a propósito do lançamento, na quinta-feira, de ‘Violência e Abuso - Respostas simples para questões complexas’, com a chancela da Imprensa da Universidade de Coimbra, uma obra para ajudar as pessoas a identificar o que é abuso e vítimas e, assim, contribuir para a sinalização de casos.

"Este fenómeno é tão frequente, sobretudo a violência que acontece dentro das famílias, que se não formos vítimas conhecemos alguém que o é e estamos na possibilidade de a ajudar e foi nesse sentido, para melhor esclarecer a população sobre o que fazer perante estas situações, que escrevi estas linhas", acentuou.

Na obra diz que se debruça mais sobre o abuso intrafamiliar, por ser aquele que mais preocupa em Portugal, por ser muito prevalente e, por acontecer dentro de casa, ter pouca visibilidade.

"Não só porque não é visível objectivamente, porque é dentro das quatro paredes, mas porque as próprias vítimas tendem a ocultá-lo. Quem está em causa não é um vulgar agressor ou um desconhecido que na rua nos aborda para nos roubar, nos agride e de que não temos dificuldade em fazer uma denúncia", referiu.

O agressor, acentua, "é alguém que nos é muito querido e relativamente ao qual vamos tentar o mais possível protegê-lo e proteger-nos para conseguir de alguma forma manter aquele relacionamento. Além daquele vínculo de afectos, que são também dependências, existem muitas vezes dependências até económicas, de mulheres, de idosos, em relação ao marido, aos seus cuidadores, e nas crianças também".

"As nossas famílias são espaço frequente de violência", afirma, admitindo que o abuso sobre mulheres e crianças tem hoje outra visibilidade, mas há um que continua ainda muito oculto, sobre os idosos.

Para Teresa Magalhães, as vítimas, muitas vezes, ficam tão fragilizadas que são incapazes de denunciar e, por isso, "carecem da ajuda de todos": "Não se pode cruzar os braços, fechar os olhos e dizer que entre marido e mulher ninguém meta a colher ou quem dá o pão dá a educação."

( http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/ha-mulheres-que-acham-normal-apanharem-dos-maridos )


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MensagemAssunto: Re: Números da Violência Doméstica em Portugal   Qua 26 Maio 2010 - 10:34

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MensagemAssunto: Re: Números da Violência Doméstica em Portugal   Dom 6 Jun 2010 - 0:20

A violência doméstica no seu esplendor:

“… Hipólito Lordelo, 45 anos, esfaqueou a mulher e um vizinho à frente dos três filhos – dois dos quais menores – e agrediu ainda ao pontapé a sogra, ontem de madrugada, no bairro da Araucária, em Vila Real. Acabou detido pela PSP, foi presente ao tribunal de Alijó – mas, enquanto as vítimas eram assistidas no hospital, o juiz decidiu libertar o marido violento, apesar das várias queixas por violência doméstica que a PSP já tinha registado contra Hipólito Lordelo. …”
Tudo aconteceu às 01h00, durante mais uma discussão no apartamento da família. Hipólito pegou em quatro facas de cozinha e atingiu a mulher, Lídia, de 41 anos, nos braços. Enquanto o filho de 14 anos e a irmã, de 20, foram pedir ajuda a um vizinho, o homem pontapeou a sogra, Manuela Rodrigues, de 69 anos, que atirou pelas escadas.
"Comecei a ouvir gritos e a baterem-me à porta. Quando abri vi o mais novo a pedir ajuda. Depois apareceu a filha e foi quando vi o Hipólito a descer as escadas com duas facas de cozinha em cada mão. Meti a rapariga dentro de minha casa porque o rapaz gritava que o pai a ia matar", contou ao CM José Almeida, 34 anos, esfaqueado no tronco. "Tive que me meter, não podia deixar matar as duas mulheres", acrescentou. José Almeida foi atingido com dois golpes. Num deles, o cabo da faca partiu e a lâmina de oito centímetros de comprimento ficou espetada numa costela, tendo sido retirada no Hospital de Vila Real. "A sorte foi ter atingido uma costela, senão já estava morto", disse o homem, revoltado com a libertação do vizinho. …”

E, recorde-se, … “o juiz decidiu libertar o marido violento, apesar das várias queixas por violência doméstica que a PSP já tinha registado” …
( http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/ataca-mulher-e-vizinho-a-facada-e-e-libertado )
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MensagemAssunto: Re: Números da Violência Doméstica em Portugal   Sex 11 Jun 2010 - 11:42

“ … Um homem de 71 anos … Após matar a sobrinha … dirigiu-se a casa e assassinou à queima-roupa a mulher de 67 anos, suicidando-se de seguida … As autoridades suspeitam que o mote do crime tenha sido uma denúncia que a sobrinha fez contra o tio por alegada violência doméstica ...”

( http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/homem-mata-duas-mulheres-e-sucida-se-a-seguir )

( http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1590990&seccao=Norte )
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MensagemAssunto: Re: Números da Violência Doméstica em Portugal   Seg 28 Jun 2010 - 10:38

“ … Quando chegaram a um local ermo … os namorados estavam dispostos a ultrapassar mais uma crise na relação e a pôr um ponto final nos desentendimentos. Mas bastou uma pequena alusão a infidelidades de ambos para, mais uma vez, tudo se alterar. Joana Silva não tolerou a linguagem vernácula e ofensiva do namorado e desabafou: "Vai ter o Bernardo e a Mariana [os filhos que tinham planeado] com outra mulher!". Esta frase transtornou e deixou furioso David Saldanha, que não aguentou a raiva. Foi à mala do carro buscar uma marreta e desferiu três golpes na cabeça e cara da namorada. A jovem apenas teve tempo de deitar uma mão à cabeça, mas não conseguiu evitar a morte.

Depois de arrastar a vítima até ao carro e de lhe enfiar um saco de plástico na cabeça, David Saldanha dirigiu-se para a barragem … onde tratou de se desfazer do corpo e criar um cenário que sustentasse a tese de roubo e sequestro. Abeirou-se da ribanceira, destravou e desengatou o veículo e, por momentos, pensou em deixar-se ficar no habitáculo e morrer com a namorada, que acabara de assassinar. No entanto, optou por desistir do suicídio. Saiu do carro e empurrou-o por uma ravina.

David Saldanha … está em prisão preventiva … aguardando a marcação do julgamento.

A marreta pesava quatro quilos e tem 13,5 centímetros de comprimento. David comprou-a dez dias antes do homicídio.

Duas semanas antes do crime, o casal fez uma viagem romântica a Barcelona.

( in: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/mata-namorada-apos-prometer-casamento )
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MensagemAssunto: Re: Números da Violência Doméstica em Portugal   Qui 1 Jul 2010 - 11:16

“ … Minutos após o fim do Portugal--Espanha, já Valdemar 'estava bêbedo'. A ex-companheira ‘Lita’, de 45 anos, que estava no café do qual é proprietária, ordenou às quatro filhas – apenas duas são fruto da relação – para não o deixarem entrar em casa, onde vinha ficando a dormir nos últimos meses, recusando-se a sair. No entanto, Valdemar 'conseguiu forçar a porta, muniu-se de duas facas de cozinha e lançou o pânico entre as minhas filhas e a amiga delas, que teve de se trancar na casa de banho para não ser morta', conta ‘Lita’.

A filha mais nova, B., 14 anos, 'foi agredida com uma chapada e ficou a deitar sangue do lábio'. De acordo com o relato, após minutos de desespero, o agressor entregou uma das facas à filha S. e pediu para esta o matar. Entretanto, a ex--companheira chegou a casa, com a ajuda de vários clientes do café. Todos foram ameaçados de morte.

'Ele planeou matar-nos a todas e sei que quando puder vem atrás de nós. Assim que entrei em casa a minha filha empurrou-me para o quarto e não me deixou sair, pois ele queria matar-me', disse ao CM ‘Lita’. O homem recusou-se ainda a entregar as facas quando a PSP chegou, acabando por ser dominado pelos muitos agentes que chegaram ao local. À hora de fecho desta edição desconhecia-se a medida de coacção aplicada …



Há três anos, ‘Lita’ apresentou queixa contra o ex-companheiro devido às constantes agressões que ela e as quatro filhas eram alvo. Quando a PSP subia as escadas, Valdemar pegou numa bilha de gás e arremessou-a aos agentes … “

(in: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/filha-mata-o-pai )
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MensagemAssunto: Re: Números da Violência Doméstica em Portugal   Ter 13 Jul 2010 - 11:28

“ … O Observatório de Mulheres Assassinadas (OMA) registou, em 2009, 29 mortes e 28 tentativas de homicídio em ambiente doméstico, foi esta segunda-feira anunciado …

Nos casos de homicídios, 62 por cento dos criminosos eram companheiros, maridos, namorados ou o homem com quem a vítima mantinha relação, sendo que 38 por cento dos casos de homicídio foram perpetrados por homens de quem as vítimas já se tinham separado … 45 por cento das vítimas mortais tinham entre 36 e 50 anos, sendo que a maioria dos homicidas (50 por cento) se encontra na mesma faixa etária … “

(in: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/quase-30-mulheres-mortas-por-violencia-domestica )



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