FÓRUM DIVÓRCIO

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 Estudos sobre DIVÓRCIO

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MensagemAssunto: Estudos sobre DIVÓRCIO   Ter Out 27, 2009 7:57 pm

Epa, algumas destas conclusões não são muito abonatórias para a maior parte dos usuários aqui do FD... silent


Uma pesquisa britânica afirma que o segredo para os homens terem um casamento feliz e duradouro é escolher uma esposa mais inteligente e, no mínimo, cinco anos mais jovem.

Essa combinação, segundo os pesquisadores da universidade britânica de Bath, é a que tem maior probabilidade de dar certo no longo prazo, especialmente se nenhum dos dois tiver sido divorciado no passado.

O trabalho foi publicado na revista científica European Journal of Operational Research.

Os pesquisadores entrevistaram mais de 1,5 mil casais casados ou em relações estáveis. Após cinco anos, eles checaram quais casais ainda estavam juntos.

Fatores objetivos

Os cientistas descobriram que, em casos onde a esposa era mais velha que o marido em cinco anos ou mais, as chances de divórcio aumentaram para três vezes.

Se a diferença de idade é invertida - com o homem mais velho do que a mulher - as chances de sucesso no casamento aumentam.

Outro fator é o grau de educação da mulher. Quanto maior a escolaridade da esposa, maiores são as chances de o casamento durar, segundo a pesquisa.

Os casais em que nenhuma das pessoas foi divorciada também teriam mais chances de ficarem juntos por mais tempo. Mas casais em que apenas uma das pessoas foi divorciada são mais instáveis do que casais em que os dois já foram casados antes.

Para Emmanuel Fragniere, o pesquisador que conduziu o trabalho, homens e mulheres escolhem seus parceiros "com base no amor, atração física, semelhança de gostos, crenças e atitudes, e valores em comum", mas fatores objetivos - como idade, educação e origem cultural - também podem ajudar a diminuir os casos de divórcio. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.


Fonte: http://www.estadao.com.br/

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Ana Leandro
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Última edição por Admin em Qua Dez 16, 2009 7:40 pm, editado 1 vezes
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Nocas
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MensagemAssunto: Re: Estudos sobre DIVÓRCIO   Qua Out 28, 2009 11:51 am

hummm!!!
A nossa história diz-nos q não se deve confiar nos bifes!!!

Por isso...
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Just
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MensagemAssunto: Re: Estudos sobre DIVÓRCIO   Qua Out 28, 2009 12:06 pm

Esses estudos devem ser daqueles que servem mais para justificar os empregos de quem os fez que outra coisa.

Por ai, então eles dizem que se a mulher for pouco inteligente, temos maiores probabilidades de divórcio? Só falta dizer que a culpa é delas?

Então se ela for mais inteligente, consegue fazer crescer o adolescente com quem se casou, mudar a forma de ele se comportar, evitar as traições, o desinteresse?
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MensagemAssunto: Re: Estudos sobre DIVÓRCIO   Qua Out 28, 2009 12:20 pm

Não. Não consegue.
Vai arranjar n coisas para fazer para satisfazer a "fome de saber/aprender" ... pintar, escrever, criar coisas que nunca ninguém fez ... e ficar cada vez mais longe do menino ... que cada vez mais se vai afastar porque passa a ter complexos de inferioridade - que jamais admitirá - e um belo dia ... olha! nós já não somos ...nós.

Ahhhh ... pois é!
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DH
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MensagemAssunto: Re: Estudos sobre DIVÓRCIO   Qua Out 28, 2009 4:31 pm

Eu devo ser a excepção desse estudo. O meu ex-marido era mais velho (mais de 5 anos) e eu tenho formação a nível superior (doutoramento). A verdade é que há bastantes factores que influenciam as relações, e não tanto a idade ou o nível de escolaridade da mulher...

Nós éramos, sem dúvida, um casal equilibrado em muitas coisas, mas há tantas variáveis...
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MensagemAssunto: Re: Estudos sobre DIVÓRCIO   Qua Out 28, 2009 4:33 pm

Eu diria, demasiadas DH, demasiadas variáveis...
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MensagemAssunto: Re: Estudos sobre DIVÓRCIO   Qua Out 28, 2009 4:56 pm

Decididamente cada casa é um caso. Acho mesmo k se começa bem qdo os dois tem a mesma maturidade emocional e crescem em conformidade.
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MensagemAssunto: Re: Estudos sobre DIVÓRCIO   Qui Out 29, 2009 2:39 am

Pronto está explicado.. eu sou mais velha sete anos que o ex...
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tounessa
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MensagemAssunto: Re: Estudos sobre DIVÓRCIO   Sex Dez 11, 2009 1:14 am



Existem profissões com maiores taxas de divórcios ou separações do que outras. Um estudo que será publicado no "Journal of Police and Criminal Psychology", e citado pelo "The Guardian", fez uma lista com as profissões com maior probabilidade de divórcio. O autor do estudo, Michael Aamodt, concluiu que as profissões que exigem mais contacto físico mas também as mais stressantes são aquelas que apresentam maiores taxas de divórcio. Para realizar o estudo, Aamodt analisou várias características como a idade, o salário, o género ou a raça para avaliar a probabilidade de divórcio entre as diversas profissões.

Lista da probabilidade de divórcio por profissão:

1. Dançarinos e coreógrafos: 43.05%
2. Empregados de bar: 38.43%
3. Massagistas: 38.22%
4. Enfermeiros, psiquiatras e assistentes de saúde: 28.95%
5. Artistas e actores, desportistas ou relacionados: 28.49%
6. Paquetes e recepcionistas: 28.43%
7. Operadores de Telemarketing: 28.10%
8. Empregados de mesa: 27.12%
9. Empregados de limpeza ou empregadas domésticas: 26.38%
10. Chefs: 20.10%

(http://www.ionline.pt/conteudo/36925-quais-sao-as-profissoes-com-mais-divorciados)
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Ora aqui está um estude de se lhe tirar o chapéu.
Bem me queria parecer que, nos padres, a taxa de divórcio é (quase) nula.


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MensagemAssunto: Re: Estudos sobre DIVÓRCIO   Ter Maio 04, 2010 2:40 pm

''É possível divórcio sem traumas''


Apesar de ser visto como um evento inevitavelmente traumático para os filhos, o divórcio não precisa ser um bicho de sete cabeças, diz a psicóloga Maria Dolores Cunha Toloi. Como assistente de perícias psicológicas no Tribunal de Justiça de São Paulo, ela vivencia há 15 anos o cotidiano das brigas familiares.
Em seu doutorado, ela buscou entender como os "filhos do divórcio" compreendem e enfrentam esses conflitos conjugais. A pesquisa, com adolescentes entre 13 e 16 anos, deu origem ao livro Sob Fogo Cruzado. Conflitos Conjugais na Perspectiva de Crianças e Adolescentes. Mais que a separação em si, diz ela na entrevista a seguir, é o alto nível de conflitos entre os pais o grande causador de danos cognitivos e psicológicos nas crianças.


O que mais lhe chamou a atenção na pesquisa com os jovens?
O alto nível de agressividade e a tolerância existente nas famílias de classe média a essa agressividade. É o mesmo nível de violência - psicológica, verbal e física - que vejo nas perícias judiciais. Muita chantagem emocional, muita ameaça. Entre os pais e entre pais e filhos. Foi um descortinar da violência na classe média. Os jovens, como a maioria das pessoas, associam conflito à violência. Mas uma coisa não tem necessariamente a ver com a outra. Conflito é inerente ao ser humano, todos temos conflitos pessoais e nos relacionamentos. A violência é a maneira como alguns lidam com o conflito. Quanto maior a relação hierárquica entre as pessoas, maior a tendência à violência. Quando pai e mãe têm relações mais igualitárias, o nível de violência é menor.


É possível para os filhos saírem ilesos de um divórcio?
De um divórcio, sim, mas de uma relação com alto nível de conflito, não. Antigamente, o divórcio era visto como um evento sempre traumático para a criança, que causava efeitos deletérios para o resto da vida. Pesquisas sugerem hoje que, embora o divórcio cause uma série de crises na família - como declínio econômico, eventos estressantes, problemas de saúde dos pais -, em cerca de dois ou quatro anos todos se adaptam ao novo sistema. O problema, na verdade, não é o divórcio. As pesquisas sugerem que o alto nível de conflitos entre os pais e o padrão de resolução desses conflitos é a causa de grandes danos cognitivos e emocionais nos filhos. E o dinheiro é a principal causa.


O que significa alto nível de conflito?
O conflito começa com a discórdia verbal, que é normal em todos os relacionamentos. No nível seguinte vem a violência verbal, depois abuso psicológico, violência física e sexual. No Judiciário, quando o nível de conflito é alto, costuma ocorrer o que chamamos de síndrome da alienação parental, cada vez mais comum no Brasil.


O que é essa síndrome?
Em geral acontece no contexto materno, pois na maioria dos casos a guarda fica com a mãe. Ela vai doutrinando a criança contra o pai. A criança começa a se recusar a vê-lo. Isso num nível leve. No moderado, a mãe começa efetivamente a impedir a criança de ver o pai. Diz que ela está doente, inventa mil desculpas. Nos casos mais graves, a mãe chega a fazer denúncias falsas de abuso sexual. Isso faz com que o juiz suspenda as visitas até que a família passe por uma avaliação psicológica. Mas isso demora. Seis meses ou um ano na vida de uma criança é muito tempo. Ela vai se distanciando do pai. Nesses casos o Judiciário precisa intervir, pois a mãe tem uma patologia, uma personalidade psicopática.


Quais danos esses conflitos podem causar às crianças?
Problemas como baixa autoestima, depressão, dificuldade de confiar em si mesmo são comuns. Pais que brigam muito tendem a brigar mais com os filhos. Essas crianças acabam com uma visão negativa dos relacionamentos, com medo de se entregar. Filhos de pais divorciados têm mais chance de se divorciar também. Outro problema é a perpetuação da violência, pois eles reproduzem o modelo de resolução de conflitos que aprendem na família.


Como evitar que as crianças sejam afetadas?
No Judiciário analisamos o divórcio em relação aos fatores de risco e de proteção para os filhos. A idade da criança, por exemplo, pode ser um aspecto de risco, mas se ela tem uma mãe maravilhosa, que atende a todas as suas necessidades e não mistura a conjugalidade com a parentalidade, isso compensa a idade. Esses fatores abrangem questões genéticas, o perfil psicológico da criança, os recursos emocionais que os pais possuem para lidar com as mudanças, o nível socioeconômico da família após a separação. Drogas podem ser um fator de risco, como para qualquer criança. Abandono, maus-tratos, negligência. É preciso avaliar quem é a figura de apoio na casa para a criança. Ser for o pai, por exemplo, não seria aconselhável a guarda ficar com a mãe. O ideal seria a guarda compartilhada.


Existe uma idade mais crítica?
Sim, entre 6 e 9 anos. Na maioria dos casos, a criança perde o contato com um dos genitores após o divórcio. Nessa faixa etária, ela já tem uma ligação afetiva muito forte com esse genitor e sabe que isso vai mudar, mas não tem controle da situação, não sabe como vai acontecer. Tudo depende de como os pais conduzem o processo.


Há um sistema de guarda mais indicado ou varia caso a caso?
Varia sempre. Quando os casais têm baixo ou médio nível de conflito, o melhor é a guarda compartilhada. Mas, quando o nível de conflito é alto, isso fica inviável.



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MensagemAssunto: Re: Estudos sobre DIVÓRCIO   Ter Jul 06, 2010 4:54 pm

Cuidado com as más influências! Tenham medo, muito medo...

Divórcio é como uma doença contagiosa

Um estudo feito por cientistas britânicos revela que o divórcio é como uma doença contagiosa, que se propaga e espalha pelas famílias, locais de trabalho e grupos de amigos, noticia o «Daily Mail».


Se um amigo próximo se separar, as hipóteses de divórcio aumentam em 75 por cento, de acordo com a pesquisa. Os cientistas acreditam que as separações em grupos de amigos forçam os casais a questionar a sua própria relação.
As conclusões resultam de um estudo continuado de mais de 12 mil americanos a viverem em Framingham, desde 1948. Os investigadores acreditam que todos os divórcios causam agitação nos amigos, família e colegas de trabalho.
A investigação também sugere que conhecer muitas pessoas divorciadas pode ser prejudicial ao casamento. Os cientistas concluíram também que o facto de haver crianças no casamento não tem qualquer impacto na redução da probabilidade de divórcio.


In: tvi24




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