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| Autor | Mensagem |
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Admin Admin


 Número de Mensagens: 554 Idade: 38 Localização: Portugal Data de inscrição: 13/06/2008
 | Assunto: Alienação parental Qua Abr 29, 2009 7:21 pm | |
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|  | | tounessa Parte da mobília

 Número de Mensagens: 1578 Idade: 55 Localização: Porto Data de inscrição: 12/10/2008
 | Assunto: Re: Alienação parental Qui Abr 30, 2009 8:16 pm | |
| A Criança não tem que tomar o partido da mãe ou do pai. Ela ama naturalmente os dois e deve ser livre para livremente os amar.O objectivo do progenitor alienante é claro: privar o outro pai, não só do tempo da criança, mas de toda a sua infância e juventude.Ao fazê-lo vitimiza a criança.O olhar triste, a inquietação, o nervosismo excessivo que, por vezes, alternam com uma agressividade exacerbada e outros comportamentos anómalos da criança, decorrem da perda incontornável que as crianças nesta situação experienciam. Os progenitores alienantes afirmam que amam muito os seus filhos, mas, na verdade, sobrepõem os seus sentimentos egoísticos ao superior interesse dos seus filhos.Afirmam, ainda, que estão apenas a defender a sua criança, que a sua vontade expressa prevaleça. Estas justificações são frequentemente utilizadas no âmbito dos processos judiciais de regulação do exercício do poder paternal.….Quando o contacto entre a criança e o progenitor alienado foi já interrompido, desenvolve-se um padrão tal que se torna difícil "reparar" a relação.Mesmo sem a contribuição activa do progenitor alienante, a criança pode desenvolver sintomas do tipo fóbico, demonstrando ansiedade acerca do contacto com o outro progenitor. Esta fobia, tal como todas as fobias, é intensificada pela ausência de contacto. Como, por exemplo, após se cair do cavalo, a cura para a fobia adquirida só pode dar-se voltando a andar a cavalo. O mesmo é verdade quando se vivem traumas em relações.Daí a necessidade de se restabelecer a todo o custo os contactos da criança com o progenitor alienado.O divórcio é, quase sempre, extremamente traumático. Sugere mal-estar, sofrimento. As separações, quer sejam situações impostas ou desejadas, não estavam nos planos iniciais de quem se casou.Mas nada, nada justifica a alienação de um dos pais da vida da criança.…in: http://www.paisparasempre.eu/ |
|  | | tounessa Parte da mobília

 Número de Mensagens: 1578 Idade: 55 Localização: Porto Data de inscrição: 12/10/2008
 | Assunto: Re: Alienação parental Qui Jun 04, 2009 12:18 am | |
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|  | | alice.rosa Parte da mobília


 Número de Mensagens: 2515 Idade: 26 Localização: LX Data de inscrição: 08/05/2009
 | Assunto: Re: Alienação parental Sex Jun 05, 2009 7:43 pm | |
| tou farta da alienação parental mais todas as coisas que homens como o meu ex tentam usar contra mim, para se limparem da porcaria de homens e pais que são... no meu caso para condicionar a minha vida e para conseguir dinheiro |
|  | | tounessa Parte da mobília

 Número de Mensagens: 1578 Idade: 55 Localização: Porto Data de inscrição: 12/10/2008
 | Assunto: Re: Alienação parental Dom Jul 26, 2009 12:28 am | |
| Alienação parental a doer … ou nem por isso:“O Instituto de Apoio à Criança recebeu, nos últimos tempos, um conjunto de apelos de pais relacionados com decisões judiciais sobre" casos rotulados de síndrome de alienação parental" . Ou seja, em que os juízes consideram que um dos progenitores manipulou a criança para a colocar contra o outro, impedindo o seu acesso ao filho. Foi este o motivo invocado por um juiz para retirar à mãe uma criança de sete anos, em Fronteira, que está há um mês internada numa instituição, sem poder falar com a família.Sem querer pronunciar-se sobre casos concretos, a presidente executiva do instituto, Dulce Rocha, considera ser aconselhável "uma investigação mais rigorosa destas situações" pela Justiça. Porque, nalguns casos, alerta "poderá haver razão fundada da criança para se recusar a ver o pai ou a mãe". A recusa persistente dos filhos, defende, "tem geralmente outras razões. Porque quando não existem outros motivos a atitude de recusa é normalmente ultrapassada com a intervenção terapêutica". Dulce Rocha considera, assim, que na análise destes processos "não devem ser desvalorizados os depoimentos das crianças e é necessário ter em conta, não só os relatórios de técnicos de instituições que acompanharam a situação, mas também de outros psicólogos ou pedopsiquiatras que seguiram a criança ao longo da sua vida". Estas preocupações vêm na sequência de um documento entregue há mais de um ano pelo Instituto no Parlamento em que se defendia a consagração legal do direito da criança à preservação das suas relações afectivas profundas. Um dos casos que o Instituto de Apoio à Criança está a acompanhar é o de Maria, a criança de Fronteira, que um Tribunal colocou há um mês numa instituição de acolhimento em Vendas Novas, sem poder ter qualquer contacto com a família, porque rejeitava as visitas ao pai. O Juiz considerou tratar-se de uma situação de alienação parental, em que a criança era manipulada pela mãe. Ontem, Antónia Correia, a mãe de Maria, reuniu com a presidente executiva do Instituto para discutir o caso.”in: http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1316944 |
|  | | tounessa Parte da mobília

 Número de Mensagens: 1578 Idade: 55 Localização: Porto Data de inscrição: 12/10/2008
 | Assunto: Re: Alienação parental Dom Jul 26, 2009 11:16 pm | |
| “A protecção dos direitos dos mais pequeninos obriga-nos a ir mais longe. Sem amor não há Direito que nos valha. O Instituto de Apoio à Criança divulgou um conjunto de preocupações decorrentes de um conjunto de sentenças judiciais, cujo princípio fundador da decisão tem por base a manipulação de crianças, por parte dos pais, em casos de separação ou divórcio, que, nas consequências mais radicais desta disputa de adultos, tem levado os tribunais a retirar as crianças, internando-as, desse mundo de disputa.Considero o Instituto de Apoio à Criança, liderado por Manuela Eanes, e hoje com a direcção técnica de Dulce Rocha, uma magistrada de excelência, um dos mais decisivos colos maternais que nunca perdeu o sentido dos direitos jurídicos da criança, sobretudo porque não as vê apenas como sujeitos de Direito sem dimensão afectiva.E a verdade é que são abundantes os casos em que os filhos são objecto de chantagem, moeda de troca, para salvar casamentos, para condicionar o futuro de adultos e até para resolver disputas patrimoniais. A instrumentalização das crianças, tornadas em coisas, nestas disputas é, por outro lado, uma estatística criminal. Basta ver os números de ‘sequestros’. Se nos aproximarmos mais deste crime, chega-se à conclusão de que a maioria resulta de queixas de pais ou de mães que acusam o outro de lhe ter ‘roubado’ o filho.É um mundo dramático de que pouco se fala, pouco conhecido, que diz pouco sobre as crianças mas que diz muito sobre os pais. E quando se apanha pelo meio um magistrado burocrata, legalista e sem cultura humanista pode acontecer aquilo que o IAC denuncia: em vez de se tratar dos pais, enclausuram-se as crianças em internamentos aparentemente de protecção, que agravam o desequilíbrio emocional de quem assim é tratado.A secularização do casamento, a sua rápida descristianização ao longo das últimas décadas, a lei do divórcio que facilita, e bem, a separação de quem não quer estar unido, não têm merecido a atenção que exigem, em termos de debate académico e público, como factores que têm vindo a impor uma ideia de família bem diferente daquela que assumimos da tradição romântica do matrimónio. E por falta de compreensão da nova situação, embora já com algumas décadas de experiência, vulgarmente são os filhos quem paga as favas das dissensões, tensões, raivas e ódios que se cruzam entre os dois cônjuges. Vulgarmente as instituições interessam-se quando se entra na violência doméstica. É curto. A protecção dos direitos dos mais pequeninos obriga-nos a ir mais longe. É que sem amor não há Direito que nos valha.”Francisco Moita Flores, in: http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?channelID=00000093-0000-0000-0000-000000000093&contentID=695D72F4-8F63-486D-B795-9B857E8EA83E |
|  | | Charley Residente


 Número de Mensagens: 385 Idade: 33 Localização: oeiras Data de inscrição: 07/07/2009
 | Assunto: Re: Alienação parental Sex Ago 07, 2009 10:54 am | |
| todos os dias penso nisso..as vezes nao queria por varias razoes ,mas nao quero privar a minha filha do pai,e por muito k eu sofra vou tentar nunca o fazer... |
|  | | tounessa Parte da mobília

 Número de Mensagens: 1578 Idade: 55 Localização: Porto Data de inscrição: 12/10/2008
 | Assunto: Re: Alienação parental Sex Ago 07, 2009 4:31 pm | |
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|  | | tounessa Parte da mobília

 Número de Mensagens: 1578 Idade: 55 Localização: Porto Data de inscrição: 12/10/2008
 | Assunto: Re: Alienação parental Dom Nov 15, 2009 4:28 pm | |
| Amanhã, segunda-feira, 16-11-2009, na SIC, após o jornal da noite:--------------------------------------------------------------------- Filhos de pais em guerraDiana tem 15 anos e diz tudo o que é preciso ouvir sobre este assunto. "Nós amamos sempre os nossos pais. E, se não nos tentarem envenenar, nós nunca vamos deixar de ter esse sentimento." A Grande Reportagem SIC ouviu também pais e mães em guerra depois do divórcio. Para perceber como pode uma batalha parental durar uma vida e, em muitos casos, transformar os filhos em orfãos de pais vivos. Grande Reportagem SICOuviu também a psicóloga e mediadora familiar Maria Saldanha, que há 20 anos se exaspera com o sistema que continua a permitir que os filhos sejam usados como armas. Ouviu ainda o juiz António José Fialho explicar porque não tem meios para lidar adequadamente com as questões delicadas, complexas e urgentes da regulação das responsabilidades parentais. O país conheceu Diana quando ela tinha sete anos. Ela aceitou falar agora, pela primeira vez: "Acho que já estou suficientemente forte para falar neste assunto. E acho que posso dar uma esperança aos que estão agora a passar por uma situação destas." A próxima GRANDE REPORTAGEM conta histórias de "FILHOS DE PAIS EM GUERRA". Na primeira pessoa.http://sic.sapo.pt/online/noticias/programas/reportagem+sic/Artigos/Filhos+de+pais+em+guerra.htm |
|  | | tounessa Parte da mobília

 Número de Mensagens: 1578 Idade: 55 Localização: Porto Data de inscrição: 12/10/2008
 | Assunto: Re: Alienação parental Ter Nov 17, 2009 3:58 pm | |
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|  | | dulia Parte da mobília


 Número de Mensagens: 1049 Idade: 31 Localização: sao joao da madeira Data de inscrição: 17/11/2008
 | Assunto: Re: Alienação parental Ter Nov 17, 2009 4:19 pm | |
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|  | | alice.rosa Parte da mobília


 Número de Mensagens: 2515 Idade: 26 Localização: LX Data de inscrição: 08/05/2009
 | Assunto: Re: Alienação parental Ter Nov 17, 2009 7:15 pm | |
| obrigada tounessa.. Vi ontem... e agora vi outra vez... |
|  | | analu Parte da mobília

 Número de Mensagens: 1817 Idade: 45 Data de inscrição: 12/01/2009
 | Assunto: Re: Alienação parental Ter Nov 17, 2009 8:00 pm | |
| Excelente!!!!!!!!!!!!!!!! O que estremeci ontem ao ver o testemunho daquela menina... Crianças feitos adultos à força pelos próprios pais que só pensam em destruir-se um ao outro e usam os filhos como arma... que vergonha...  |
|  | | alice.rosa Parte da mobília


 Número de Mensagens: 2515 Idade: 26 Localização: LX Data de inscrição: 08/05/2009
 | Assunto: Re: Alienação parental Ter Nov 17, 2009 8:21 pm | |
| eu fiquei deveras perturbada... |
|  | | Igualdade
 Número de Mensagens: 84 Idade: 37 Localização: Portugal Data de inscrição: 21/04/2010
 | Assunto: DIA INTERNACIONAL DE CONSCIENCIALIZAÇÃO SOBRE A ALIENAÇÃO PARENTAL - 25 ABRIL 2010 - Sex Abr 23, 2010 12:51 am | |
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